Plano de sinalização vertical
Pré-Embarque — proposta de placas suspensas, painéis fixos e identificação acessível, estruturada a partir da prancha “Instalações Provisórias do Retroporto Administrativo – Pré-Embarque”.
Leitura executiva da prancha
Mapa de implantação conceitual
Quadro de placas recomendadas
| Código | Família | Local / zona | Mensagem principal | Pictograma / recurso | Montagem | Qtd. |
|---|
Quantidades são unidades físicas. Placas SA são bifaciais — portanto, 6 unidades correspondem a 12 faces de leitura. “Condicional” não integra o subtotal de 25 até haver validação operacional.
Pictogramas e famílias visuais
SA · Direcional aérea bifacial
Aplicar no teto/estrutura apenas onde há decisão. Fundo Aço Offshore e texto branco; ícone e texto dizem a mesma coisa — a seta nunca trabalha sozinha.
PT · Identificação tátil de porta
Instalar a informação tátil na parede adjacente ou batente, em faixa alcançável; a informação em Braille não substitui os recursos visual e tátil em relevo.[1]
PF · Rota acessível / rampa
Usar somente após conferência física de inclinação, corrimãos, patamares, largura e continuidade da rota. O símbolo de acesso não “certifica” uma rampa por si só.
PR · Procedimento e restrição
Em áreas técnicas e portas de serviço, o símbolo vem acompanhado de texto inequívoco. Para “fila única”, “aguarde chamada” e “itens proibidos”, o texto do procedimento deve ser validado pela operação antes de fabricar.
Especificação de partida para contratação
SA · Placas aéreas
- Formato
- retangular horizontal; duas faces de leitura
- Dimensão-base
- 900 × 300 mm; revisar pela distância real de leitura
- Fixação
- cabos de aço ou pendurais rígidos, com travamento e altura livre compatível
- Mensagem
- até duas linhas; destino + direção; uma decisão por placa
- Material
- alumínio composto, chapa pintada ou PVC rígido de uso interno; acabamento fosco
PF · Painéis fixos orientativos
- Formato
- retangular; parede, pilar ou painel existente
- Dimensão-base
- 600 × 200 mm; “você está aqui” 600 × 800 mm
- Cor
- fundo claro ou Aço Offshore; contraste forte, sem depender só da cor
- Pictograma
- à esquerda da mensagem; texto em português como informação primária
- Uso
- confirmação de destino, catraca, inspeção, rampa e sala de espera
PT · Identificação acessível
- Formato
- placa de 250 × 100 mm, ou conforme composição de texto/pictograma
- Recursos
- alto contraste + caracteres/símbolos em relevo + Braille produzido por fornecedor qualificado
- Posição
- parede adjacente ou batente; não concentrar a informação tátil na folha da porta
- Aplicação
- sanitários, salas administrativas e área técnica
- Conferência
- altura, alcance e orientação final conforme ABNT NBR 9050 vigente.[1]
PR · Procedimento / restrição
- Formato
- 400 × 300 mm; informação de processo ou controle de acesso
- Conteúdo
- uma regra por placa, verbo de ação e poucos elementos visuais
- Exemplos
- “Fila única”, “Aguarde chamada”, “Acesso restrito”
- Cor
- âmbar para atenção e restrição operacional; vermelho somente para proibição/risco real
- Validação
- Operação de pré-embarque, SMS e segurança patrimonial antes de fechar a arte
Compatibilização obrigatória antes de executar
Validar rota, placas táteis e atendimento
- Confirmar se a rampa desenhada é uma rota acessível contínua até sanitários, inspeção e pré-embarque.
- Verificar em campo altura de instalação, contraste, alcance e posição das placas PT; a LBI trata acessibilidade como condição de alcance e utilização segura e autônoma também da informação e comunicação.[3]
- Identificar no arranjo de espera os espaços reservados para pessoa em cadeira de rodas antes de criar qualquer placa de “assento acessível”.
- Revisar, com profissional habilitado, as disposições da ABNT NBR 9050 vigente aplicáveis à edificação.[1]
Projeto separado e compatível com PPCI
- Não reutilizar “Saída” operacional como sinal de abandono/emergência.
- Definir rotas, saídas, portas, distâncias de percurso, iluminação, extintores/hidrantes, alarmes e lotação a partir do PPCI e das exigências do CBMSE.
- Para o sistema de emergência, especificar placas, materiais, fotoluminescência e ensaios conforme a ABNT NBR 16820 vigente; a norma substituiu a série NBR 13434.[6]
- Emitir planta de sinalização de emergência, memorial e quadro de quantidades próprios — não é possível deduzi-los com segurança desta única prancha.
Próximos passos recomendados
- Validar o fluxo real.Confirmar onde embarcado entra, aguarda, é inspecionado, cruza catracas, sai e em que momento acessa sanitários/VIP/briefing.
- Fazer visita de campo.Levantar pé-direito, estrutura de fixação, vãos, visadas, obstáculos, incidência de luz, posição de equipamentos e sentido real das portas.
- Compatibilizar com SMS, Segurança Patrimonial e PPCI.Congelar textos de procedimento e distinguir definitivamente o wayfinding operacional das placas de emergência.
- Emitir planta executiva.Produzir prancha CAD/PDF com códigos SA/PF/PT/PR, coordenadas, cotas de instalação, detalhe construtivo, materiais, fixação e quadro de quantidades final.
- Construir um mock-up.Instalar uma placa aérea e uma tátil para validar legibilidade, reflexo, contraste, altura e entendimento com usuários antes de contratar o lote completo.
Fontes normativas e de referência
Esta lista apoia os critérios gerais de acessibilidade, informação pública, cores e separação entre wayfinding e segurança. A aquisição/consulta à versão oficial vigente das normas ABNT e às exigências aplicáveis do CBMSE é necessária para o projeto executivo.